Contrato com maquilhadores para melhorar imagem nas entrevistas
Milhares de euros em maquilhagem e cabeleireiro pagos com dinheiro público. Num país onde faltam médicos, onde a escola pública perde qualidade e onde tantos contam os euros até ao fim do mês.Não é uma questão de imagem. É uma questão de prioridades.Quem governa deve dar o exemplo de sobriedade. A política não é passadeira vermelha. É serviço público. Ajuste direto para serviços de estética pode ser legal, mas legal não significa sensato nem eticamente defensável.O problema não é a maquilhagem. É a cultura de poder que acha normal gastar em aparência enquanto pede contenção aos cidadãos.Transparência total nos contratos. Valores claros. Critérios claros. E acima de tudo respeito por quem trabalha e paga impostos.O Estado não é uma agência de imagem. É uma responsabilidade e tenham juízo
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